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O treinador de escolinhas de futebol e sua importância além dos jogos

Nas escolinhas de futebol, a figura do treinador vai além de trabalhar o desenvolvimento físico e motor das crianças e treinar o time técnica e taticamente. Para lidar com crianças e jovens, o treinador deve, de certa forma, assumir também o papel de educador. Precisa atuar de modo que os seus atletas se sintam seguros e acolhidos, sintam que seus talentos podem ser desenvolvidos e que cada um é importante para o sucesso do grupo como um time.


O crescimento e o bem-estar das crianças e jovens devem ser o principal interesse das escolinhas de futebol. O treinador precisa ter um comportamento alinhado a essas diretrizes, assegurando o amadurecimento dos atletas também na esfera social, psicológica e educacional.


RESPEITO, SOLIDARIEDADE, AJUDA MÚTUA E ESPÍRITO DE EQUIPE SÃO VALORES PASSADOS POR UM BOM TREINADOR DE TIMES INFANTIS E INFANTOJUVENIS


O futebol pode promover inúmeros ensinamentos, como entender seu lugar dentro de uma equipe e valorizar as diferenças. Em um time, é preciso que cada um jogue de uma maneira, em posições e com características diferentes. Afinal, o que seria de um time se todos quisessem ser atacantes?


Os treinadores de escolinhas e times compostos por crianças precisam transmitir respeito e aceitação, assim o futebol passa a ser muito mais que um esporte. Ele se transforma numa ferramenta de formação de cidadãos com valores morais e humanos que farão a diferença na sociedade.


Durante a rotina de aulas e treinos, é fundamental a um bom treinador de escolinha de futebol:


- Transmitir conhecimentos para que as crianças desenvolvam habilidades sociais;

- Considerar os diferentes estágios de aprendizagem de acordo com a idade de cada criança;

- Respeitar a capacidade física de cada um;

- Valorizar os pontos positivos e incentivar a evolução dos pontos fracos;

- Tornar o ambiente agradável, mostrando que as disputas devem ser mantidas somente durante as partidas;

- Encorajar as crianças a enfrentarem medos e inseguranças com relação a si próprias e com outras pessoas;

- Utilizar métodos que desenvolva habilidades psicomotoras de forma global, incluindo todos os jogadores de maneira igualitária;

- Usar atividades físicas de maneira lúdica, que trabalhem o desempenho físico sem deixar de lado o prazer, pois é preciso que os pequenos atletas se sintam felizes praticando esportes;

- Promover o jogo limpo, valorizando a lealdade e a solidariedade;

- Ter noções de primeiros-socorros e manter a calma caso seja necessário realizá-los;

-Servir de exemplo, pois as crianças aprendem muito por observação;

- Evitar gritos e cobranças excessivas;

- Buscar maneiras mais humanas de cobrar bom comportamento e disciplina;

- Jamais criticar uma criança na frente do grupo;

- Dar explicações breves e procurar demonstrar o que se deseja taticamente com exemplos práticos;

- Manter-se aberto para conversar com pais e responsáveis, entendendo que muitas vezes o que pode parecer excesso de zelo é apenas a forma que encontram de demonstrar cuidado e amor por seus filhos;

- Mostrar que o futebol deve, antes de tudo, ser um momento de brincadeira e diversão, afinal não se pode esquecer que se tratam de crianças.


Dito isso, é possível afirmar que exercer um papel de liderança em um time de futebol infantil ou infantojuvenil, seja em uma escolinha ou em categorias de base de um clube, é lidar cotidianamente com pessoas em formação física, social, emocional e psicológica.


Desse modo, é preciso que o treinador alie conhecimentos técnicos e táticos a noções de educação e, principalmente, que jamais se esqueça da importância que tem na vida de cada uma das crianças do time, buscando motivar, explorar e desenvolver as aptidões físicas e técnicas de cada um sem negligenciar os cuidados exigidos durante a infância.




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