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  • Copa Floripa Brasil

A importância de incentivar o futebol feminino no Brasil

Apesar de ser a “paixão nacional”, o futebol foi proibido para mulheres no Brasil até 1979 – com a revogação da proibição instituída em 1941 pelo governo de Getúlio Vargas. Mas não é só no Brasil que a prática do futebol feminino é recente! Embora a primeira partida entre mulheres tenha sido realizada em 1898, entre Inglaterra e Escócia, somente em 1991 aconteceu a primeira Copa FIFA e, 1996, a modalidade se tornou um esporte olímpico. Naquele ano, a seleção brasileira ficou em quarto lugar. No entanto, na contramão do reconhecimento tardio, no século 21, o futebol feminino vem ganhando novo fôlego a cada ano tanto no cenário nacional quanto mundial.


IGUALDADE E APOIO AO FUTEBOL FEMININO NA COPA FLORIPA BRASIL 2019


O maior torneio de futebol infanto-juvenil do Sul do Brasil, a Copa Floripa Brasil 2019, está com inscrições abertas! Podem participar da competição equipes masculinas e femininas, nas categorias sub-9, sub-10, sub-11, sub-12, sub-13 e sub-15.

Na Copa Floripa Brasil, a participação de times femininos é incentivada, pois acreditamos no potencial e no talento de cada pequena jogadora e entendemos que um jogo de futebol deve ser mais que uma simples disputa por gols, deve ser um espaço de superação, igualdade, empatia e desenvolvimento social.


A BREVE HISTÓRIA E O CRESCIMENTO DO FUTEBOL BRASILEIRO

Em 1983, o futebol feminino foi regulamentado no Brasil e, aos poucos, passou a ser implantado nas aulas de Educação Física das escolas do país. No mesmo ano, surgiram os primeiros times profissionais, como Radar (RJ) e Juventus (SP).





A primeira medalha da seleção profissional foi de bronze, em 1999, na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Na Copa seguinte, em 2003, foi a vez de o mundo conhecer aquela que se tornaria o maior fenômeno do futebol de todos os tempos: Marta! A estrela da melhor jogadora do mundo despontou no mesmo ano, quando o Brasil foi medalha de ouro no Pan de Santo Domingo; e, em 2004, com a medalha de prata nas Olimpíadas da Grécia.


O início dos anos 2000 assistiu ao “boom” do futebol feminino brasileiro. Com Marta, eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo; Formiga, a jogadora que mais atuou em copas (sete); Cristiane, autora do gol mais bonito da Copa de 2019 e outros grandes nomes do esporte, a seleção brasileira colecionou títulos importantes nesses anos, sendo sete vezes campeã da Copa América e três vezes campeã dos Jogos Pan-Americanos.


A Copa do Mundo de 2019 deu um pontapé no que restava de preconceito contra o futebol feminino, e as jogadoras mostraram que campo é lugar de mulher, sim! Pela primeira vez, os jogos da seleção brasileira foram transmitidos pela TV aberta, chegando a todos os lares brasileiros. Essa visibilidade se deu graças à popularização do esporte e, se ainda faltam incentivos e patrocinadores, sobra vontade.


E essa vontade pode ser vista tanto em times profissionais e amadores quanto nas escolinhas de futebol para crianças. Cada vez mais meninas sonham em serem jogadoras de futebol ou escolhem a modalidade como atividade física.


NATÁLIA PEREIRA, A PEQUENA QUE JOGA COMO GENTE GRANDE

Um exemplo de como o futebol é, sim, um esporte de mulheres – e de meninas! – é a pequena Nati, que aos sete anos começou a lutar por um espaço nos times infantis, mas somente dois anos depois conseguiu integrar a equipe sub-10 do Avaí, tornando-se a primeira menina a fazer parte da base de um time de série A do Brasil.


Fã de Marta, a pequena – hoje com 10 anos – coleciona gols, artilharias e títulos e leva os treinos e jogos muito a sério, sem perder o bom humor e as brincadeiras de criança.

Como reconhecimento por tantas conquistas, Nati foi escolhida a embaixadora da Copa Floripa Brasil, competição de futebol infanto-juvenil que acontecerá em Florianópolis, de 13 a 18 de dezembro de 2019.




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